
Manhã básica, alcalina, neutralizando a gota ácida do sol. O tornassol do céu, no fundo do grande tubo de ensaio, vai se espessando, cada vez mais azul.
Dos poços da marna alagada, cheios, como frascos chatos sem gargalos, sobem vapores alvacentos. A pressão calca cinco atmosferas, e o calor cresce, nas alavancas de pirômetros negros, dilatando as sombras.
Rápida,
uma revoada triangular de periquitos estraleja e crepita, flambada em alça enorme de platina,como o fio de chama, fugidio e verde, de um sal de boro...
Quanto esforço da manhã, para riscar tão alto, um corisco de esperança...
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